sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Produção de açaí no Pará é estimulada por projeto do Governo Federal

Fonte: O Liberal (Texto e Foto)
Com o argumento de impulsionar o potencial produtivo do açaí, ampliar a capacidade de atendimento aos mercados interno e externo e gerar emprego e renda, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) implementou a “Rota do Açaí no Pará”. As ações contam com apoio da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), Banco da Amazônia e da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) do Pará. O estado responde atualmente por 61% da produção nacional – maior índice de extração do fruto do Brasil entre todas as unidades federativas.
A produção de açaí em território paraense saltou de 406,5 toneladas coletadas em 2010 para 1,2 milhão de toneladas em 2017, de acordo com levantamento da Sedap. O Amazonas ocupa a segunda posição nesse ranking, com 23% do total produzido no país. A secretária nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano do MDR, Adriana Melo, afirma que o projeto vem para profissionalizar o setor. “O arranjo produtivo do açaí ainda é bastante fragmentado, não muito estruturado e o nível de formalidade da produção também não é alto. Implantamos a Rota do Açaí exatamente para priorizar investimentos e, com isso, estruturar essa cadeia e capacitar os agricultores. Nosso objetivo é impulsionar o desenvolvimento dessas regiões com inclusão produtiva e a geração de renda por meio do fortalecimento da produção da fruta”, detalha.
Atualmente, dois núcleos da Rota do Açaí apoiados pelo Ministério estão em atividade no Pará. A unidade Baixo Tocantins comporta quatro dos cinco maiores produtores de açaí do estado: Igarapé Miri, Abaetetuba, Cametá e Barcarena, responsáveis por 70% da produção paraense em 2017. Integram o núcleo, ainda, produtores de Acará, Baião, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Moju, Oeiras do Pará e Tailândia.
Polos
O Polo BR-316/Nordeste Paraense abrange a capital, Belém, e outros 20 municípios: Ananindeua, Benevides, Bragança, Capanema, Capitão Poço, Castanhal, Colares, Curuçá, Inhangapi, Maracanã, Marapanim, Marituba, Primavera, Santa Bárbara do Pará, Santa Isabel do Pará, Tomé Açu, Viseu, Bujaru, Santo Antônio do Tauá e Magalhães Barata. Já o Polo do Arquipélago do Marajó está em implementação e teve a sua oficina de planejamento realizada na última semana. A região produziu 20% do total registrado pelo Pará em 2017.
A projeção do Ministério do Desenvolvimento Regional é ampliar o alcance da iniciativa com a instalação de dois novos polos na região Norte do País: São Luiz do Anauá, em Roraima, e no Arquipélago do Bailique, no Amapá.
A Secretaria Nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano (SDRU), a partir da identificação das potencialidades locais, em conjunto com os órgãos parceiros, associações e entidades locais, realiza o diagnóstico local. São consideradas questões como capacidade hídrica, energética, de escoamento da produção – rodovias, aeroportos, ferrovias e portos –, capacidade de beneficiamento e produtiva.
Apoio técnico
É oferecido apoio técnico e de planejamento estratégico para profissionalizar o trabalho dos agricultores. “Quando falamos em estruturar a cadeia produtiva, consideramos, necessariamente, a inserção desse pequeno produtor”, destaca Adriana Melo.
A ação faz parte das Rotas de Integração Nacional, que atuam com redes interligadas de Arranjos Produtivos Locais (APLs) para “promover inovação, diferenciação, competitividade e lucratividade de empreendimentos associados”, segundo o MDR. Tudo ocorre a partir da coordenação de ações coletivas e iniciativas de agências de fomento. O Programa segue as diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) e integra as estratégias do Ministério para desenvolver regiões.

Festival reúne seis marcas de cervejas artesanais produzidas no Pará Seis marcas de cervejas artesanais paraeses estarão reunidas pela primeira vez na capita


De cervejeiros ciganos a nomes estreantes e consagrados na cena nacional, a programação promete muitas opções para degustação do público, que ainda terá direito ao copo oficial do festival e muita diversão ao som do DJ Damasound e das bandas Rivotril e Magic Box.
“A ideia do evento veio do crescimento do movimento #BebaLocal, de novos cervejeiros, então Festival reúne hoje seis marcas artesanais produzidas em Belém, Paragominas, Altamira e Ananindeua chamamos parceiros e alguns com os quais a gente nunca trabalhou. Eles são todos os que têm cervejaria registrada e regulada no Pará”, destaca Deivison Costa, um dos sócios do Hoppy Pig, que projeta reunir em torno de 1,5 mil pessoas no festival.
Criado para apoiar a cultura cervejeira local, usando de hashtag a aplicativo de localização dessas marcas, o movimento “Beba
Local” é bem forte em alguns países, como Estados Unidos, Bélgica e Inglaterra. A iniciativa envolve desde desenvolvimento
sustentável até mudanças no perfil de consumo das pessoas, levando a um incremento significativo do mercado local de cervejas.
A seguir, conheça as seis marcas 100% paraenses que participam do evento.
AS CERVEJAS 
Kerbier
Eles são o que se chama de “cervejeiros ciganos”. Sem fábrica própria, alugam parte do espaço de alguém para produzir suas receitas. A Kerbier é a única “cigana” entre as marcas convidadas do festival e tem feito cervejas elogiadas. Ela chega ao evento com sua “Munich Helles” e sua “Blond Ale com tapioca”, produzida com farinha de tapioca e uma pitada de aveia. Uma cerveja clara, com boa formação e retenção de espuma.
Amazon Beer
Aberta no ano 2000, a Amazon Beer foi uma das primeiras cervejarias artesanais do Brasil, conhecida por usar ingredientes da região amazônica. Ela traz para o festival dois chopp sazonais: “Imperial IPA” e “Forest Pilsen”. Esta última, cerveja clara e límpida, com aroma de cereais, biscoito e pão, além de leves notas de lúpulo. Medalha de Ouro no International Beer Challenge, um dos mais prestigiados concursos do mundo.
Sir Black (Brewery)
Quando o empreendimento começou, tratava-se também de um pub, o Sir Black BrewPub. Mas a paixão pelas cervejas falou mais alto, e o espaço foi fechado para dar lugar a grande fábrica de cerveja apenas, em plena Almirante Wandenkolk. Para o festival, a marca traz sua “IPA” e uma “Vienna” que, com corpo médio, consegue equilibrar bem o malte com o amargor do lúpulo.
Altamira Beer
O nome já indica a localização. Vinda do sul do Pará, a Altamira Beer trabalha experimentando insumos da região amazônica, como o urucum. Mas também aposta em receitas mais clássicas. Fazendo bastante sucesso em sua região, ela vem conquistando espaço na capital e apresenta no festival uma “Pilsen” e uma “American IPA”, um estilo no qual é usado muito lúpulo tanto para amargor, sabor e aroma. A proposta da marca traz uma explosão de sabor e aroma lembrando maracujá, laranja, manga e grapefruit.
7Cats (Brewery Co)
A marca nasceu quando o diretor de uma multinacional decidiu largar tudo para se dedicar à arte da cervejaria artesanal em Paragominas. O crescimento foi rápido, a produção – que começou em casa, em menos de um ano se desdobrou na abertura de um restaurante e agora já começa a ter construída sua própria fábrica. A 7Cats também trabalha com ingredientes diferenciados, como o taperebá e a farinha de tapioca. Ela chega ao festival com uma “American Pale Ale” e uma “IPA”.
Visagem
Vizinha mais próxima, a Visagem nasceu em Ananindeua e funciona dentro de uma marina. A cervejaria foi registrada oficialmente na semana passada e já promete surpreender o público com dois estilos bem diferentes, uma “Golden Ale” e uma “Saison de Cupuaçu”, um estilo com alta carbonatação e efervescentes, com teor alcoólico de médio para alto e final seco e ácido.
1º Hoppy Local Beer Fest
Quando: Hoje, das 16h às 2h
Onde: Hoppy Pig (Rua Domingos Marreiros, 446 – Umarizal)
Quanto: Entrada a R$ 10 (com direito ao copo oficial) e consumação à parte

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

CDL inicia as ações do 23º Liquida Geral

Nos dias 4, 5 e 6 de setembro, a CDL/Capanema vai promover a 23º Edição do Liquida Geral, a maior festa do comércio varejista da Região e hoje à noite, na Sala Alfredo Oliveira da Casa do Comércio, os cedelistas vão estar reunidos com os seus parceiros, para a apresentação de toda a programação, incluindo uma atração com show de stand Up Comedy, quando o humorista Vinicius Lima vai mostrar o seu talento em performance.
Foto: Divulgação

terça-feira, 30 de outubro de 2018

“Das mãos de um grande homem nascem grandes poesias" postado por Paulo Vasconcellos em outubro 29, 2018


**Das mãos de uma grande poetisa, nascem prestimosas palavras que fortalecem e incentivam. Obrigado poetamiga Conceição Maciel, por tanta consideração ao meu trabalho. Abaixo, publico a integra do post feito por ela em sua página no Facebook...

“Também nascem grandes oportunidades. Grata à esse grande poeta que tanto contribui com a cultura capanemense. O lançamento do "Palavras do Poeta" foi um sucesso, não faltaram alegrias e emoções furtivas disfarçadas nos aplausos e nos risos entre uma apresentação e outra. Mais um grande momento em que a ACLA esteve presente como convidada especial declamando as poesias desse poeta que nos surpreende a cada novo dia. Gratidão e parabéns Paulo Vasconcelos”.



Edição: Maikon Douglas
Texto e Imagens: Conceição Maciel - Poetisa e Escritora Capanemense 

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Literatura de Cordel é reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil postado por Paulo Vasconcellos em setembro 20, 2018


O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu nesta quarta-feria, 19,  a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. A decisão foi tomada por unanimidade pelo Conselho Consultivo, que se reúne no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. 
"Poetas, declamadores, editores, ilustradores, desenhistas, artistas plásticos, xilogravadores, e folheteiros, como são conhecidos os vendedores de livros, já podem comemorar, pois agora a Literatura de Cordel é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro", anuncia o Iphan. 
A reunião contou com a presença do Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, da presidente do Iphan, Kátia Bogéa e do presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, Gonçalo Ferreira.  
O gênero literário é ofício e meio de sobrevivência para inúmeros cidadãos brasileiros. Segundo o instituto, apesar de ter começado no Norte e no Nordeste do país, o cordel hoje é disseminado por todo o Brasil, principalmente por causa do processo de migração de populações. 

História

O cordel foi inserido na cultura brasileira ao final do século 19. O gênero resultou da conexão entre as tradições orais e escritas presentes na formação social brasileira e carrega vínculos com as culturas africana, indígena e europeia e árabe. Tem ligação com as narrativas orais, como contos e histórias; à poesia cantada e declamada; e à adaptação para a poesia dos romances em prosa trazidos pelos colonizadores portugueses. 
Originalmente, a expressão literatura de cordel não se refere em um sentido estrito a um gênero literário específico, mas ao modo como os livros eram expostos ao público, pendurados em barbantes, em uma especie de varal. 
De acordo com o Iphan, os poetas brasileiros no século 19 conectaram todas essas influências e difundiram um modo particular de fazer poesia que se transformou numa das formas de expressão mais importantes do Brasil.


Fonte: Agencia Brasil/EBC (Texto e Foto)

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Dia 23 é o ultimo dia para habilitar seu voto em trânsito





   
você que por ventura estará fora de sua cidade no dia da eleições e quer votar, dirija-se até o cartório eleitoral e habilita seu voto em trânsito.

Vamos aqui lembrar que voto pode ocorrer no primeiro ou no segundo turno, ou nos dois turnos, para cidades com mais de 100 mil eleitores ou capitais.
No cartório eleitoral, você indicara o local que estará na data das eleições.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Cédulas ao vento postado por Paulo Vasconcellos em agosto 30, 2018



Crônica da Semana – Por Paulo Vasconcellos

Início da tarde do dia 29 de setembro de 2018 em pleno verão amazônico. A estrada com o seu movimento, fluía na sua normalidade com o vai e vem de veículos. O vento soprava e o sol mostrava o seu brilho, referendando o aspecto bucólico de uma Região ladeada por balneários, considerando as praias de Salinas e Ajuruteua, principais pontos turísticos.

Nenhum morador das localidades adjacentes ao município de Bonito, às margens da BR-316, imaginaria que o inusitado fosse acontecer. Ao aproximar-se de um redutor de velocidade, o motorista e a guarnição de um carro transportador de valores, foram surpreendidos e atacados por infratores que explodiram o veículo usando material de ação rápida, fazendo com que o dinheiro que havia no interior do Carro-Forte voasse literalmente, sendo esparramado pelo chão, servindo de "decoração" para o asfalto e também às tantas espécies de árvores existentes no trecho. O barulho assustou os moradores que correram para o local, talvez até pensando que se tratasse de uma grande colisão entre veículos, mas quando se depararam com a cena do carro em chamas e os infratores abrindo fuga apossados dos malotes contendo dinheiro, o rescaldo do impacto resultou em muitas cédulas espalhadas, motivando reações nos curiosos que começaram a saquear o resto que sobrou. 



Logo a notícia correu longe e mais curiosos se dirigiram ao local do sinistro para testarem a sorte, catando alguns pacotes ou mesmo uma nota para a amenização de suas finanças. O "garimpo" estava "minando grana", proporcionando aos "garimpeiros" de plantão, sorrisos de orelha a orelha. Quem também agiu muito rápido foi o grupo de "cinegrafistas" que acionou câmeras e captou imagens que viralizaram nas redes sociais, abastecendo sobremaneira os noticiários das emissoras de televisão, constituindo-se em manchetes de alguns telejornais de âmbito Nacional.


Alguém pode até considerar o fato: ação cinematográfica, perigosa ou cômica (talvez), mas há a questão séria da coisa que é o crime, praticado não somente pelos assaltantes, assim como, por aquelas pessoas que se apossaram indevidamente do dinheiro.

Sem qualquer menção de apologia ao crime, uma pergunta que não quer calar: Quem resistiria ver um monte de cédulas de dinheiro livres à mercê do vento à espera de serem recolhidas? Fica difícil mensurar o grau de equilíbrio de uma pessoa que se depare com uma situação daquelas e não agir como muitos agiram. Entretanto, reservadas as proporções a rigor da lei, cabe às autoridades constituídas, lavrarem os atos infracionais e serem dadas as punições a quem couber.

Os que usufruíram do rescaldo do assalto, talvez estejam contabilizando os "lucros", todavia, não se sabe como estão as suas consciências no que diz respeito ao estado de satisfação. Os prejuízos foram contabilizados, o dinheiro físico passou para outras mãos, o vento continuará soprando, o brilho do sol de verão sempre presente e a notícia ganhando manchetes mundo a fora! (PV)











Edição: Maikon douglas
Digitação: Dalva Vasconcellos
Texto: Paulo Vasconcellos
Imagens: divulgação/G1-Pará

Produção de açaí no Pará é estimulada por projeto do Governo Federal

Fonte: O Liberal (Texto e Foto) Com o argumento de impulsionar o potencial produtivo do açaí, ampliar a capacidade de atendimento aos m...